A saúde, no Brasil, tem registros de desenvolvimento
das profissões a partir da chegada da família imperial.
Entretanto, os registros atuais apontam que, principalmente a partir dos anos 80, o sistema de saúde do
país tem que se preparar com profissionais aptos a
atuar em suas formações com os movimentos denominados "Transição demográfica" e "Transição epidemiológica". Estes movimentos, segundo Duarte e Barreto (2012), se referem essencialmente à transição demográfica e transição epidemiológica.
Transição demográfica é o processo caracterizado
pela mudança nos padrões de crescimento de uma
população e influenciado, especialmente, pelas taxas
de natalidade e pela mortalidade.
Transição epidemiológica consiste na mudança do
perfil de mortalidade, que passa de uma situação em
que as principais causas de mortes eram as doenças
infecciosas e parasitárias para as principais causas
de morte, atualmente, serem doenças crônico-degenerativas.
DUARTE, Elisabeth Carmen; BARRETO, Sandhi Maria. Transição
demográfica e epidemiológica: a Epidemiologia e Serviços de Saúde
revisita e atualiza o tema. Epidemiologia e Serviços de saúde, v.
21, n. 4, p. 529-532, 2012.
De acordo com os conceitos apresentados pelos autores, está correto apenas o que se afirma em: