A psicologia comunitária surge, no Brasil, em meados da década de 60, buscando deselitizar a profissão por um lado e, por outro, buscando a melhoria das condições de vida da população trabalhadora, por meio da utilização de teorias e métodos da psicologia em comunidades de baixa renda. O Psicólogo, nesse sentido, atua como:
A
um profissional que toma as iniciativas de solucionar os problemas da comunidade, que o conhecimento se produza na interação entre o profissional e os sujeitos da investigação, e em termos de metodologia, utiliza-se sobretudo da pesquisa-participante, da pesquisa-ação e da análise institucional;
B
aquele que irá contribuir com o desenvolvimento da consciência crítica, da ética da solidariedade, das práticas cooperativas e autogestionárias apenas dos indivíduos.
C
instrumentalizador de conhecimentos e de técnicas psicológicas que possam contribuir para uma melhora na qualidade de vida das pessoas e grupos, através da aplicação de testes e inventários;
D
um profissional com demanda restrita aos grupos populares, privilegiando aqueles que vivem em condições precárias (ou inviabilizadas) de trabalho, saúde, saneamento básico, educação escolar, lazer, dentre outras;
E
mediador no trabalho com sujeitos sociais em condições ambientais específicas, atento às suas respectivas psiques através da implementação do assistencialismo.