O combate à violência intrafamiliar e à exploração sexual
de crianças e adolescentes supõe atitude crítica para a
desconstrução do consenso de naturalização da sociedade, do imaginário autoritário e do silêncio sobre a sexualidade. Diante da necessidade desse enfrentamento,
a metodologia do trabalho profissional implica uma crítica
dos paradigmas do isolamento de problemas e da patologização do indivíduo. Trata-se da mudança do “paradigma do tratamento” para a “articulação dos paradigmas”
de proteção integral, do trabalho cultural e de