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Estamos acostumados a considerar o trabalho como algo a que nos suj...

📅 2023🏢 FCC🎯 MPE-PB📚 Língua Portuguesa
#Orações Subordinadas Adjetivas#Orações Subordinadas Substantivas#Orações Subordinadas Adverbiais#Orações Coordenadas Assindéticas#Orações Coordenadas Sindéticas#Sintaxe#Orações Subordinadas Reduzidas

Esta questão foi aplicada no ano de 2023 pela banca FCC no concurso para MPE-PB. A questão aborda conhecimentos da disciplina de Língua Portuguesa, especificamente sobre Orações Subordinadas Adjetivas, Orações Subordinadas Substantivas, Orações Subordinadas Adverbiais, Orações Coordenadas Assindéticas, Orações Coordenadas Sindéticas, Sintaxe, Orações Subordinadas Reduzidas.

Esta é uma questão de múltipla escolha com 5 alternativas. Teste seus conhecimentos e selecione a resposta correta.

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457941201437570
Ano: 2023Banca: FCCOrganização: MPE-PBDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Orações Subordinadas Adjetivas | Orações Subordinadas Substantivas | Orações Subordinadas Adverbiais | Orações Coordenadas Assindéticas | Orações Coordenadas Sindéticas | Sintaxe | Orações Subordinadas Reduzidas
Texto associado
Atenção: Leia o texto “Liberdade e necessidade ao revés”, de Eduardo Giannetti, para responder à questão.

    “Por meios honestos se você conseguir, mas por quaisquer meios faça dinheiro”, preconiza - prenhe de sarcasmo - o verso de Horácio. Desespero, precisão ou cobiça, dentro ou fora da lei: o dinheiro nos incita a fazer o que de outro modo não faríamos. Suponha, entretanto, um súbito e imprevisto bafejo da fortuna - um prêmio lotérico, uma indenização milionária, uma inesperada herança. Quem continuaria a fazer o que faz para ganhar a vida caso não fosse mais necessário fazê-lo? Estamos acostumados a considerar o trabalho como algo a que nos sujeitamos, mais ou menos a contragosto, para obter uma renda - como um sacrifício ou necessidade imposta de fora; ao passo que o consumo é tomado como a esfera por excelência da livre escolha: o território sagrado para o exercício da nossa liberdade individual. A possibilidade de satisfazer, ainda que parcialmente, nossos desejos e fantasias de consumo se afigura como a merecida recompensa - ou suborno, diriam outros - capaz de atenuar a frustração e aliviar o aborrecimento de ocupações que de outro modo não teríamos e não nos dizem respeito.
       Daí que, na feliz expressão do jovem Marx, “o trabalhador só se sente ele mesmo quando não está trabalhando; quando ele está trabalhando, ele não se sente ele mesmo”. - Mas, se o mundo do trabalho está vedado às minhas escolhas e modo de ser; onde poderei expressar a minha individualidade? Impedido de ser quem sou no trabalho - escritório, chão de fábrica, call center, guichê, balcão - , extravaso a minha identidade no consumo - shopping, butique, salão, restaurante, showroom. Fonte de elã vital, o ritual da compra energiza e a posse ilumina a alma do consumidor. A compra de bens externos molda a identidade e acena com a promessa de distinção: ser notado, ser ouvido, ser tratado com simpatia, respeito e admiração pelos demais. Não o que faço, mas o que possuo - e, sobretudo, o que sonho algum dia ter - diz ao mundo quem sou. Servo impessoal no ganho, livre e soberano no gasto.

(Adaptado de: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016)
Estamos acostumados a considerar o trabalho como algo a que nos sujeitamos, mais ou menos a contragosto, para obter uma renda. (1º parágrafo)

Em relação ao trecho que a precede, a oração sublinhada expressa ideia de
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