Em um assassinato famoso na década de 2010, em que a vítima foi
encontrada morta dentro do lago de uma represa do interior de
São Paulo, a botânica forense foi fundamental para associar o
então suspeito ao local do crime.
A análise de vestimentas e sapatos do suspeito apresentavam
fragmentos ósseos, sangue e restos de alga. As amostras, porém,
não se mostraram úteis para a análise de DNA, com exceção dos
fragmentos de um tipo de alga, colocando o suspeito diretamente
na cena do crime.
Assinale a alternativa que indica a espécie de alga que permitiu a
identificação do criminoso.