Melina é professora de Geografia do 7º ano em uma escola pública de Natal. Ao trabalhar sobre
relevo e domínios geomorfológicos potiguares, apresentou, em um dos slides, as
características destacadas no quadro abaixo.
1. No Rio Grande do Norte, pode ser individualizada em duas seções principais: litoral leste,
de clima úmido em zona de Mata Atlântica, com ocorrência de chuvas mais intensas ao
longo do inverno, devido às precipitações promovidas pela massa Equatorial Atlântica (mEa)
(clima As, segundo Koëppen); litoral norte, de clima semiárido, em zona de Caatinga, com
prolongada estiagem e um curto período chuvoso entre o verão e o outono, associado à
atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) (clima Bsh, segundo Koëppen).
2. Representam relevos elevados em formas de platôs ou maciços montanhosos,
correspondendo, em geral, a rochas mais resistentes, remanescentes do aplainamento que
ocorreu no Terciário. Apresentam-se, dessa forma, como feições residuais em meio às
vastas superfícies de aplainamento da Depressão Sertaneja. Estão concentrados no extremo
sudoeste do estado, com algumas unidades na região Seridó.
3. Seguindo denominação proposta pelo IBGE (1995), representam formas de relevo
tabulares esculpidas em rochas sedimentares, em geral, pouco litificadas e dissecadas por
uma rede de canais com baixa a moderada densidade de drenagem e padrão dendrítico, com
predomínio de processos de pedogênese e formação de solos espessos e bem drenados,
com baixa suscetibilidade à erosão.
Fonte: DANTAS, Marcelo Eduardo; FERREIRA, Rogério Valença. Relevo do Estado do Rio Grande do Norte.
In: CPRM – Serviço Geológico do Brasil.
As características apresentadas pela professora correspondem, respectivamente,