Atualmente, a cultura e a diversidade como tema transversal
ou singular das políticas vêm desafiando governos democráticos e, ao mesmo tempo, exigindo dos cidadãos a contínua articulação em redes para a efetivação de direitos coletivos. Através das redes podemos reconhecer, a grosso modo,
os tipos ou níveis de solidariedade: o nível mundial; o nível
do território; dos Estados; e, o nível local.
(SANTOS, 2006.)
A noção ampliada de cultura para sua efetividade em
políticas culturais exige o acionamento e a potencialização
da transversalidade como componente da cultura e das
políticas culturais, sob pena de distanciar a narrativa, que
reivindica o conceito ampliado, e a prática, que não consegue tornar tal discurso realidade. Sobre tal transversalidade cultural, é correto afirmar que, é: