A paralisia facial periférica é uma condição neurológica
que resulta na fraqueza ou paralisia dos músculos faciais, geralmente causada por uma disfunção do nervo
facial (nervo craniano VII).
Em relação à fisiopatologia, etiologias e diagnóstico diferencial dessa condição, assinale a alternativa correta.
A O diagnóstico da paralisia facial periférica baseia-se
exclusivamente em exames de neuroimagem, que
são essenciais para descartar causas estruturais,
como tumores, e identificar lesões em nervos cranianos adjacentes.
B Na paralisia facial periférica, a presença de sinais
adicionais como perda auditiva, vertigem ou alterações sensoriais na língua sugere exclusivamente
uma etiologia viral, como infecção pelo vírus da herpes simples.
C O tratamento da paralisia facial periférica é homogêneo para todas as etiologias, incluindo o uso de
fisioterapia, abordagens cirúrgicas e imunoglobulinas, independentemente da causa subjacente ou da
gravidade dos sintomas apresentados pelo paciente.
D A paralisia facial periférica se distingue da paralisia
facial central pela preservação da capacidade de
movimentar a região superior da face, uma vez que
a inervação dessa área é exclusivamente ipsilateral
no caso da paralisia periférica.
E Entre as causas mais comuns da paralisia facial
periférica está a paralisia de Bell, que é idiopática,
frequentemente associada a infecções virais e responde bem ao tratamento com corticosteroides e antivirais em estágios iniciais.