Segundo Góis (2008, p. 172), na perspectiva da
Psicologia Comunitária, a articulação indivíduo-família-comunidade nos leva a olhar a família e a comunidade
como participantes do processo de saúde/doença do
usuário e usuária, seja quando reproduzem ou
reforçam a ideologia de submissão e resignação, ou
rompem com essa ideologia, tanto na perspectiva do
tratamento, quando for o caso, como na perspectiva da
prevenção e da promoção da saúde no local.
São dimensões que demarcam e direcionam as ações
de potenciação na comunidade: