O Brasil resgatou, em 2023, 3.151 trabalhadores
em condições análogas à escravidão. O número é o
maior desde 2009, quando 3.765 pessoas foram
resgatadas. Por trás das estatísticas, restam histórias
de abuso nos campos e nas cidades que mostram
como o trabalho análogo à escravidão ainda é
recorrente no Brasil. Em fábricas improvisadas, em
casas de alto padrão, nas plantações, crimes
continuam a ser cometidos. Com esses dados, subiu
para 63,4 mil o número de trabalhadores flagrados em
situação análoga à escravidão desde que foram
criados os grupos de fiscalização móvel, em 1995.
Ana Graziela Aguiar, repórter TV Brasil
(https://agenciabrasil.ebc.com.br. Texto adaptado)
Sobre o trabalho análogo à escravidão, analise as
afirmações abaixo:
I - Ainda hoje o trabalho no campo ainda lidera o
número de resgates. Em 2023, a atividade com maior
número de trabalhadores libertados foi o cultivo de
café, seguida pelo plantio de cana-de-açúcar.
II - Atualmente um dos desafios para que o resgate de
trabalhadores em situação análoga à escravidão
continue crescendo é o número insuficiente de
auditores fiscais.
III - O trabalho análogo à escravidão é quando uma
pessoa é submetida a um regime de trabalho em que
ela é privada de todo e qualquer direito, seja civil,
social ou trabalhista.
IV - Em 2023, entre os estados, Goiás teve o maior
número de resgatados, seguido por Minas Gerais, São
Paulo e Rio Grande do Sul.
V - A gravidade da ofensa causada à dignidade do ser
humano submetido a esta situação causa ainda
injusta lesão e repulsa à toda sociedade, de forma que
o responsável pela violação poderá ser também
condenado ao pagamento de indenização por dano
moral ocasionado à coletividade.
Dentre as opções apresentadas acima identifique a
única INCORRETA em relação ao tema: