Os primeiros zoólogos elaboravam classificações com uma
nomenclatura particular, para uso próprio. Dessa forma, um
mesmo ser vivo, estudado por vários cientistas, poderia
receber inúmeros nomes distintos, dentro de um mesmo país
ou entre países diferentes, em razão das diferenças de
idioma. O cão doméstico, por exemplo, é conhecido por mais
de 800 nomes diferentes no mundo todo: dog (inglês), chien
(francês), cane (italiano), perro (espanhol), inu (japonês),
etc. O uso de nomes populares ou vulgares, como também
são conhecidos, provoca inúmeras confusões, que podem
comprometer a correta identificação do organismo. Por
exemplo: o peixe-boi, na verdade, é um mamífero, enquanto
o cavalo-marinho é um peixe.
Para acabar com a confusão resultante dessa situação, foi
adotada para os seres vivos uma nomenclatura única
universal, fundamentada em regras internacionais, adotadas a
partir de 1901, com base nos trabalhos feitos por Lineu no
século XVIII.
Disponível em: <http://www.vestibulandoweb.com.br/biologia/teoria/nomecientifico.asp>. Acesso em 7/8/2013.
A propósito deste tema, julgue os itens a seguir.
I - Os nomes científicos devem ser escritos em latim e
com destaque, que pode ser o itálico, o negrito ou o
sublinhado.
II - A nomenclatura é binomial, ou seja, todo ser vivo
deve ter o seu nome científico com pelo menos duas
palavras: a primeira para o gênero e a segunda para a
espécie.
III - O nome do gênero é um substantivo e deve ser
escrito com inicial maiúscula, enquanto o nome da
espécie é um adjetivo e deve ser escrito com inicial
minúscula.
IV - Quando existe subgênero, o nome que o designa
deve ser escrito depois do nome do gênero, entre
parênteses e com inicial maiúscula.
A quantidade de itens certos é igual a