Pesquisas com animais tiveram práticas bastante questionáveis no passado. No ano de 1980, Henry
Spira – um dos mais importantes defensores dos direitos dos animais no século XX – denunciou a Revlon pelo
uso de coelhos para fins de testes de toxicidade e solicitou a publicação de um anúncio de página inteira no The
New York Times: “Quantos coelhos a Revlon deixa cegos em nome da beleza?”. Este fato, somado aos
aspectos éticos e legais envolvidos na experimentação animal, torna urgente a busca pela regulamentação e
centros de validação que dispõe de protocolos metodológicos que buscam a avaliação do potencial de irritação
e corrosão da pele; de irritação e corrosão ocular; de fototoxicidade; da absorção cutânea; do potencial de
sensibilização cutânea; da toxicidade aguda; e, de genotoxicidade.
Os protocolos mencionados viabilizam