A consolidação das restaurações diretas em resina composta no mercado odontológico tem sido pautada em exigências estéticas, na evolução dos materiais resinosos e aprimoramento da técnica adesiva.
Sobre as restaurações em resina composta, é correto afirmar que
A
os sistemas adesivos autocondicionantes simplificaram a técnica de hibridização já que dispensam a etapa de condicionamento ácido separado. Esses sistemas apresentam maior comprovação quanto ao seu desempenho clínico em esmalte do que em dentina.
B
o profissional, na seleção de cor da resina composta, deve avaliar as três dimensões da cor: matiz (representada pelas letras A, B, C e D na escala Vita), croma (saturação da cor 1,2,3,4) e o valor ou luminosidade.
C
a redução do estresse de polimerização gerado na interface dente/restauração de um preparo classe I, pode ser obtida através da inserção do compósito de forma a unir o menor número de paredes opostas do preparo cavitário e, de forma incremental, com no máximo 3,0 mm de espessura.
D
os compósitos de alto escoamento, denominados de “condensáveis”, são indicados para preencher áreas profundas e irregulares da cavidade com menor possibilidade de incorporar bolhas de ar.
E
os sistemas adesivos convencionais preconizam a aplicação do condicionamento ácido em esmalte e dentina, seguindo-se à lavagem, secagem abundante, aplicação do primer/adesivo e fotopolimerização.