De acordo com Jurandyr Luciano Sanches Ross (Ecogeografia do Brasil, 2006), no total, é possível contabilizar
doze macrounidades de espaços agroambientais distintos no território brasileiro, ao confrontarem-se os espaços
da natureza com os da sociedade. Uma dessas unidades
corresponde às áreas que passam por inundações periódicas ao longo da estação chuvosa anual. São terras baixas e muito planas, formadas por sedimentação recente,
recobertas por campos de gramíneas naturais e bosques
de árvores e arbustos que se desenvolvem nas partes
mais secas. Ali se desenvolvem atividades econômicas
ligadas à pecuária bovina de cria, à pesca comercial e a
um incipiente turismo de interesse ecológico.
O fragmento textual refere-se à unidade espacial