Ana Lúcia foi encontrada nas ruas da cidade e levada ao pronto Atendimento municipal,
apresentava grande nervosismo, discurso desconexo, contava ininterruptamente sobre visões
aterrorizantes que tinha, em que era perseguida e machucada por seres brutais, Ana chorava e ria em
seguida, arregalando os olhos, dizendo que as pessoas cochichavam sobre ela, estava muito agitada e
demorou a dormir, apesar de ter sido sedada. Pode-se afirmar que o quadro sintomatológico de Ana é
compatível com: