O conservadorismo marca o Serviço Social desde a sua gênese,
para ajustar os operários à sociedade capitalista. O cariz
conservador foi questionado quando o processo de Renovação
teve início, culminando com o Congresso da Virada, em 1979.
A partir de então, ainda que a profissão tenha assumido uma
direção marxista, o conservadorismo não desapareceu,
notadamente no exercício profissional do assistente social.
O assistente social, em sua grande maioria, é um profissional
assalariado, o que lhe imprime um caráter de subordinação
perante o seu empregador. Essa condição de trabalho confere ao
assistente social uma autonomia