Observa-se, na atualidade, a alteração do
referencial teórico que predominou no projeto da
Reforma Sanitária nos anos 1980. A justificativa é
que existem múltiplas teorias que permitem ter
uma visão politicamente comprometida com a
mudança social. A partir desse raciocínio, Bravo
e Menezes (2013) apontam que a defesa do
pluralismo com a ausência da hegemonia da teoria
social crítica no movimento sanitário pode caracterizar
o chamado: