Klaus Konrad (1992) propõe haver um processo sequencial
no desenvolvimento do delírio, com períodos pré-delirantes,
delirantes e de reorganização da personalidade. Segundo
Konrad, o fenômeno no qual ocorre o deslocamento das
coisas em relação ao indivíduo delirante, no qual tudo se
volta para o indivíduo para significação da atividade
delirante é: