Em 2022, o Ministério da Saúde lançou o Protocolo Clínico e
Diretrizes Terapêuticas da Hanseníase. Quanto à classificação
clínica, a hanseníase pode ser
A dimorfa: lesões na pele são placas com bordas nítidas,
elevadas, geralmente eritematosas e micropapulosas,
que surgem como lesões únicas ou em pequeno
número.
B tuberculoide: lesões foveolares, que apresentam bordas
bem definidas, delimitando uma área central de pele
hipocorada, enquanto as bordas externas são espraiadas,
infiltradas e imprecisas.
C indeterminada: apresentação clínica neural, com o
achado cardinal de espessamento de nervo periférico,
sem lesões ou manchas na pele cutâneas.
D virchowiana: progressiva infiltração sobretudo da face,
com acentuação dos sulcos cutâneos, perda dos pelos
dos cílios e supercílios, congestão nasal e aumento dos
pavilhões auriculares.