O professor deve refletir uma forma mais adequada e
possível para promover a construção do conhecimento e sua
avaliação como processo contínuo e formativo. Não é,
apenas, o tipo de instrumento que irá especificar se a
avaliação é formativa ou não. Se a dificuldade for em relação
ao tipo de instrumento a ser aplicado como avaliativo, pode-se dizer que
[...] não há nenhum instrumento que não pertença à avaliação
formativa [...] a ‘virtude’ formativa não está no instrumento, mas,
sim, se assim se pode dizer, no uso que dele fazemos, na
utilização das informações graças a ele. O que é formativo é a
decisão de uma progressão do aluno e de procurar os meios
suscetíveis de agir nesse sentido (HADJI, 1993, p. 165).