Dados estatísticos mostram uma maior letalidade de
jovens negros no Brasil.
“Dados apresentados desde o primeiro Mapa da Violência
no Brasil, de 1998, mostram a mesma realidade dos dias
de hoje: o massacre dos jovens negros da periferia...
Para o país como um todo, enquanto o número de
homicídios de jovens brancos ‘cai 33%, o de jovens
negros cresce 23,4%, ampliando ainda mais a brecha
histórica pré-existente.’” (WAISELFISZ, 2012 apud
GUERRA).
Dentre as premissas para explicar o fenômeno da
letalidade juvenil, na perspectiva de análise de sua
dimensão subjetiva, apontadas por Guerra (2015),
é incorreto afirmar: