Eu considerei a glória de um pavão, ostentando o
esplendor, de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei
lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não
existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há
são minúsculas bolhas d’água em que a luz se fragmenta-como em um prisma. O pavão é um arco-íris
de plumas.
Sobre os verbos destacados neste parágrafo inicial da
crônica O pavão, de Rubem Braga, pode-se afirmar que