José Fiorin e Diana Barros, no livro “Dialogismo, polifonia e intertextualidade”, retomam algumas contribuições de Mikhail Bakhtin para as análises de textos
e de discursos. Uma dessas contribuições são perspectivas teóricas sobre a intertextualidade, como o
seguinte ensinamento:
“A intertextualidade na obra de Bakhtin é,
antes de tudo, a intertextualidade ‘interna’
das vozes que falam e polemizam no texto,
nele reproduzindo o diálogo com outros
textos”. (FIORIN & BARROS, 2003, p. 4)
As afirmações a seguir se referem ao conceito de
intertextualidade, EXCETO quando declara que ela