A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) estabelece uma série de princípios e diretrizes no cuidado
em saúde das crianças para a garantia do direito à vida e à saúde. Entre eles, está considerar as vulnerabilidades, bem como os
efeitos dos determinantes sociais e condicionantes nos processos de adoecimento. A intersetorialidade
A permite um olhar integral para as crianças com deficiências, em situação de rua, entre outras, nas redes de atenção à
saúde, por tirar dos serviços de saúde a responsabilidade no cuidado de crianças.
B é fundamental para a inclusão de crianças nas redes de atenção à saúde, com destaque para crianças com deficiência ou
em situações específicas e de vulnerabilidade, por mobilizar a atuação de diferentes setores, como educação, cultura,
lazer, assistência social e saúde.
C deve ser articulada por equipamentos como os de cultura, lazer e assistência social, já que possuem maior domínio sobre
as questões ligadas ao contexto de vulnerabilidade social ou das determinações sociais, cabendo aos equipamentos de
saúde um papel de apoio dessas ações.
D
é uma estratégia em que o fonoaudiólogo possui pouca entrada, uma vez que lida com aspectos patológicos que possuem
pouca determinação social e estão pouco relacionados às vulnerabilidades sociais.
E deve ser aplicada apenas para a inclusão das crianças deficientes nas redes de atenção à saúde, já que elas estão em
atendimento na saúde e são mais vulneráveis à exclusão e à marginalização em instituições como as de educação,
cultura, lazer e assistência social.