No romance regionalista O Quinze, de Rachel de Queiroz, há o
seguinte texto de uma carta do proprietário para o administrador
de uma fazenda, em época de grande seca:
“Minha tia resolveu que não chovendo até o dia de São José, você
abra as porteiras e solte o gado. É melhor sofrer logo o prejuízo
do que andar gastando dinheiro à toa em rama e caroço, pra não
ter resultado. Você pode tomar um rumo ou, se quiser, ficar nas
Aroeiras, mas sem serviço da fazenda.”
Este segmento textual mistura dois modos de organização
discursiva, que são