A gagueira é um tipo de disfluência caracterizada pela quebra da fluência. Ela ocorre quando a continuidade do fluxo da fala
é interrompida com a presença, por exemplo, de repetições ou prolongamentos de um som, sílaba ou postura articulatória,
ou por comportamentos de evitação e esforço. Sobre a gagueira do desenvolvimento, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Em geral, há presença de rupturas involuntárias do fluxo da fala, caracterizadas por repetições de sons, sílabas e palavras
monossilábicas, prolongamentos de sons, bloqueios, pausas extensas e intrusões que interrompem o fluxo contínuo e
suave da fala.
( ) Está associada a uma disfunção do sistema nervoso central, com base genética, que aparece no período de desenvolvimento da linguagem, entre 18 meses e 7 anos de idade. Em vinte por cento dos casos, torna-se crônico, resultando em
uma prevalência de um por cento na idade adulta, com maior ocorrência no sexo masculino.
( ) Trata-se de um transtorno do desenvolvimento de aspecto multidimensional, no qual fatores como histórico familiar,
ambiente e capacidades linguísticas e cognitivas do indivíduo podem interferir. Embora a etiologia da gagueira ainda não
tenha sido precisamente identificada, pesquisas têm mostrado que fatores genéticos estão envolvidos na suscetibilidade
do transtorno.
( ) Crianças com gagueira podem apresentar fatores qualitativos associados, como tensão corporal ou facial, aumento da taxa
de elocução, incoordenação respiratória e/ou variação da intensidade e frequência vocal. Entretanto, nos quadros típicos
de risco e alto risco para a gagueira, não há ocorrência de fatores como alterações fonológicas, miofuncionais, de compreensão, memória, entre outras. Alguns estudos apontam que o início da gagueira em crianças pequenas pode estar relacionado a baixos escores de vocabulário.
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