Ao propor uma discussão sobre as chamadas “ciências
documentais”, se referindo à biblioteconomia, arquivologia e
documentação, Smit (2003) identifica um ponto em comum: o
documento como um fator de agrupamento das práticas
profissionais e de unidades de informação. A referida autora fala da
ênfase no documento, mas também sugere um ponto de vista de
mudança que se constitui como diacrônico: “Como toda mudança de
paradigma, a mesma é muito discutida, muito elogiada, mas ainda
não se infiltrou em todas as práticas e todos os raciocínios.” (Smit,
2003, p.5). A autora se refere às mudanças em relação a