Para Yazbek (2012), a pobreza é parte de nossa experiência diária. Os impactos destrutivos das transformações em andamento no capitalismo contemporâneo vão
deixando suas marcas sobre a população empobrecida: o
aviltamento do trabalho, o desemprego, os empregados
de modo precário e intermitente os que se tornaram não
empregáveis e supérfluos, a debilidade da saúde, o desconforto da moradia precária e insalubre, a alimentação
insuficiente, a fome, a fadiga, a ignorância, a resignação,
a revolta, a tensão e o medo são sinais que muitas vezes
anunciam os limites da condição de vida dos(as):