Embora seja utilizado com sucesso há mais de um século, o amálgama de prata
apresenta grande deficiência: em virtude das suas propriedades mecânicas insatisfatórias e da falta de adesão aos tecidos dentais, o amálgama não é capaz de
reforçar a estrutura dental fragilizada. Para compensar essa deficiência do material
e prevenir a ocorrência de falhas mecânicas, é necessário adaptar a cavidade. O
resultado desses princípios, seguido à risca, resulta em preparos com aspecto padronizado, mesmo em dentes com lesões com tamanho e localizações diferentes.
(BARATIERI LN, MONTEIRO JR S. Odontologia Restauradora – Fundamentos & Técnicas. Santos, Rio de Janeiro, 2012, v. 1, p. 18,19).
Os princípios atuais de preparo cavitário indicam: