O gerenciamento de riscos praticado nas organizações
pode, em função das características dos processos de
trabalho, aplicar diferentes técnicas de análise de risco,
como
A o Diagrama de Ishikawa, também conhecido por Diagrama Espinha de Peixe, Diagrama Causa e Efeito
ou Diagrama dos 4W e 1H, que é uma ferramenta
visual, em formato de gráfico, criada pelo engenheiro
Kaoru Ishikawa em 1943 e tem como base teórica
a multicausalidade de cada desvio operacional, que
não consegue ser explicado apenas pelo comportamento dos operadores do sistema.
B a Análise Modular de Perigos, que tem aplicação
bem sucedida em arranjos produtivos tipo fornecedor X cliente, bem definidos, e que parte da premissa
de que todo problema tem uma causa específica, de
forma que ao eliminar a causa-raiz significa, consequentemente, eliminar o problema.
C a Análise de Modos de Falha e Efeitos, uma técnica
de análise detalhada, que tem entre seus objetivos a
revisão sistemática dos modos de falha de um componente, para gerar danos mínimos ao sistema e a
determinação dos componentes cujas falhas teriam
efeito crítico na operação do sistema.
D a Análise Preliminar de Riscos, procedimento aplicado em situações onde há bastante experiência
acumulada com o uso em sistemas semelhantes, de
maneira que, não é raro, a análise empreendida se
tornar uma checagem prática dos riscos apontados
em relatórios, informes, estudos e documentos afins.
E a Técnica de Incidentes Críticos, que, em sua utilização, agrupa os trabalhadores em faixas de influência
na segurança do sistema, em que se considera o nível de impacto que erros de julgamento do trabalhador teriam na continuidade da operação do sistema,
sendo comum os seguintes níveis de impacto: inofensivo, recuperáveis e críticos.