O Código de Ética Profissional do Psicólogo
(Resolução CFP nº 10/2005) estabelece que a
confidencialidade é um dos pilares éticos fundamentais
da prática psicológica, garantindo o direito do cliente à
privacidade. Contudo, existem situações nas quais o
sigilo profissional pode ser relativizado. Considere o
seguinte caso:
Caso:
Um psicólogo clínico atende um adolescente de 16
anos que relata ideação suicida e práticas autolesivas
frequentes. Durante uma sessão, o adolescente admite
possuir um plano detalhado de suicídio, com data e
método definidos. O psicólogo, preocupado com a
gravidade da situação, pondera sobre os limites éticos
da confidencialidade e a necessidade de intervenção.
Com base no Código de Ética Profissional e nas
normativas legais, qual deve ser a conduta do
psicólogo?