Considere o texto sobre os BRICS.
Em 2001, Jim O'Neill, então economista-chefe do banco de investimentos Goldman Sachs,
descreveu pela primeira vez uma nova divisão de trabalho na economia mundial: Building better
global economic BRICs. Em português, seria algo como "o mundo precisa de melhores
tijolos econômicos", num trocadilho entre a palavra em inglês para tijolos (brick) e o acrônimo
BRIC: Brasil, Rússia, Índia e China. As previsões sobre esse bloco de países tinham como base
uma nova divisão de trabalho, segundo a qual esses países fortaleceriam sua posição na
economia mundial. Assim, o Brasil se tornaria o "armazém das matérias-primas" ou "cesta de pão"
para a economia global; a Rússia, "posto de abastecimento do mundo", por causa de suas
reservas energéticas; a Índia, o "think tank", devido a sua indústria de tecnologia da informação; e
a China viraria a grande "fábrica" global. Em 2006, uniram-se para formar uma comunidade que
se encontrou formalmente pela primeira vez em 2009. A África do Sul aderiu em 2011. Desde
então, o clube das economias emergentes tem sido chamado de BRICS.
Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2021/08/05/vinte-anos-depois-brasil-virou-segundo-escalao-dos-brics-economia-dopais-perdeu-o-prumo. Acesso em: 15 dez. 2022.
No momento de sua formação, os quatro países que compõem esse bloco tinham em comum o
fato de constituírem: