A terapia comportamental evoluiu de uma
perspectiva mecanicista e reducionista que via os
sujeitos como respondendo a bases genéticas e
influências ambientais que os controlavam passando
a ver os sujeitos como agentes que operam e
influenciam o seu ambiente. O terapeuta
comportamental entende a depressão como uma
redução na frequência de certas atividades tidas
(anteriormente pelo indivíduo) como prazerosas e
aumento, concomitante, de comportamentos de: