Utilizados para teste e regulagem de equipamentos de áudio, os ruídos são caracterizados por filtragens de frequências e são nomeados com nomes de cores. Entre os ruídos rosa e azul há uma relação:
A de similaridade com o ruído branco, em que podem ser ouvidas todas as frequências na mesma amplitude em todo o espectro sonoro auditivo humano, sendo por isso muito utilizados;
B de paridade, pois são os únicos tipos de ruídos em que não se aplica corte ou filtragem das frequências que são percebidas de maneira uniforme;
C de irrelevância em ambos os casos, pois são os únicos ruídos que o ouvido humano não percebe, uma vez que as frequências emitidas estão, tanto no ruído rosa como no azul, fora do nosso espectro auditivo;
D inversamente proporcional, com corte de frequências de 3dB. No ruído rosa, há uma atenuação cada vez que se dobra a frequência e, no ruído azul, a atenuação ocorre de forma inversa;
E diretamente proporcional, com corte de frequências de 6dB. No ruído rosa, o corte se faz cada vez que se dobra a frequência e, no ruído azul, a cada vez que se triplica a frequência.