Balanta-Cobo & Padilla-Muñoz (2019) identificaram cinco dimensões de conexões a
serem abordadas estrategicamente por meio de ações práticas da terapia ocupacional que devem
operacionalizar a relação interseccional entre ocupação/cotidiano e os direitos humanos e sociais. São
essas ações, EXCETO:
A Analisar os fazeres que incorporam situações particulares de desigualdade, exclusões,
discriminações ou restrições.
B Validar e reconhecer as diferentes vozes, demandas e reivindicações particulares das pessoas e
grupos com os quais os terapeutas ocupacionais trabalham, reconhecendo que em cada cenário
convergem processos de saúde, educação, trabalho e participação, gerando condições e ambientes
diversos.
C Criar formas alternativas de compreender, adaptar e mudar os ambientes, mediante o
reconhecimento da diversidade proposta nos pontos anteriores.
D Descobrir, reconhecer e atuar sobre a simplicidade estrutural, como uma forma de começar a
abordar situações incapacitantes e opressivas que demandam mudanças ou transformações.
E Reconhecer e enfatizar as pluridiversidades das histórias ocupacionais ou diferentes modos de vida
que orientam, motivam e determinam a ocupação/o cotidiano.