Um dos desafios dos Sistemas de Saúde
universais é qualificar a conduta dos
profissionais a partir da atualização de
evidências científicas que contribuam
para melhorar a assistência ao paciente.
Com esse objetivo, foram elaborados os
presentes fluxogramas para a
implementação da vigilância
epidemiológica e o manejo clínico das
Infecções Sexualmente Transmissíveis
(IST), do HIV/aids e das hepatites virais,
no que tange à prevenção, ao diagnóstico
e ao tratamento desses agravos. A
terminologia IST substitui DST (Doenças
Sexualmente Transmissíveis) para
destacar a possibilidade de uma pessoa
ter e transmitir uma infecção, mesmo sem
sinais e sintomas. Os assuntos são
abordados em forma de quadros e
fluxogramas que seguem o Protocolo
Clínico e Diretrizes Terapêuticas para
Atenção Integral às Pessoas com
Infecções Sexualmente Transmissíveis
(PCDT-IST). Durante o atendimento,
priorize as informações mais importantes
para a situação, escute o que as pessoas
têm a dizer e valorize a queixa. Use sua
experiência, conhecimento e criatividade.
Sempre que indicado, notifique os casos
de IST, HIV/aids e hepatites virais.
(Fluxogramas para manejo clínico das Infecções Sexualmente Transmissíveis 2021 (saude.gov.br)
Nessa perspectiva, marque o que não se
comprova entre as “Orientações contidas no
Fluxograma”.