De acordo com a Associação Nacional de
Equoterapia (ANDE-BRASIL) as abordagens em
Equoterapia, podem ser divididas em quatro bases
fundamentais, sendo: I) Hippoterapia; II)
Educação/Reeducação; III) Pré-esportivo, e; IV) Prática
esportiva paraequestre. Sobre estas bases é
CORRETO afirmar que:
A Nenhuma das alternativas.
B Na Hippoterapia, o equino passa a atuar como uma
ferramenta de cinesioterapia e o paciente encontra-se
totalmente dependente da mediação do profissional em
questão, que fica ao seu lado guiando diretamente o
processo terapêutico; na Educação/Reeducação, o equino
passa a atuar como um instrumento pedagógico e de
(re)inserção social e o paciente encontra-se parcialmente
independente do profissional em questão, que atua como
guia do animal e como mediador da independência do
paciente; na base pré-esportiva, o equino encontra-se
como uma ferramenta de inclusão social, além dos efeitos
terapêuticos comuns da prática esportiva, e o paciente
encontra-se em capacidade de controlar e conduzir o
animal, porém, por não se tratar de um praticante de
equitação, propriamente dito, o acompanhamento
multiprofissional e a mediação é imprescindível; na prática
esportiva paraequestre, o paciente tem total autonomia
sobre o animal – uma vez que é treinado para ser um
atleta, garante-se, no entanto, os efeitos terapêuticos
comuns à pratica esportiva em questão, além da melhoria
na qualidade de vida e inserção social.
C As quatro bases fundamentais apresentadas, situam-se
em um mesmo nível terapêutico, no que diz respeito às
potencialidades no desenvolvimento motor e psíquico do
paciente. As diferenças entre estas bases estão
basicamente na evolução do quadro clínico do praticante,
ou seja, nos níveis de dificuldade e desenvolvimentos
alcançados; deste modo, o tratamento a partir da
Equoterapia surge também como um processo de
avaliação do desenvolvimento do indivíduo em relação à
terapia, onde o nível de Hippoterapia é o inicial e o de
prática esportiva paraequestre é o nível final.
D Na Hippoterapia, o equino passa a atuar como uma
ferramenta para o desenvolvimento motor autônomo, de
modo que, ao iniciar a prática, o paciente torna-se
independente da mediação do profissional no que diz
respeito ao controle do animal, a mediação profissional,
dá-se essencialmente via avaliação do animal e do
desenvolvimento do paciente; na Educação/Reeducação,
o equino passa a atuar como um instrumento pedagógico
no que concerne a posicionamento e no desenvolvimento
dos movimentos básicos, para tanto o paciente encontra-se totalmente dependente da mediação profissional, que
atua no controle do animal e como mediador das ações do
paciente; na base pré-esportiva, o equino encontra-se
como uma ferramenta de inclusão social, além dos efeitos
terapêuticos comuns da prática esportiva, e o paciente
encontra-se em capacidade de controlar e conduzir o
animal, porém, por não se tratar de um praticante de
equitação, propriamente dito, o acompanhamento multiprofissional e a mediação é imprescindível; na prática
esportiva paraequestre, o paciente tem total autonomia
sobre o animal – uma vez que é treinado para ser um
atleta, garante-se, no entanto, os efeitos terapêuticos
comuns à pratica esportiva em questão, além da melhoria
na qualidade de vida e inserção social.