Sabe-se que os antipsicóticos convencionais, chamados também de antipsicóticos típicos, por serem antagonistas dopaminérgicos não
seletivos, acabam por causar problemas ao paciente no mesmo compasso em que geram resposta no tratamento dos sintomas positivos
(alucinações e delírios) da esquizofrenia. Segundo o Psicofarmacologia: Bases neurocientíficas e aplicações práticas (Stephen M.
Stahl, 5ª edição), uma área afetada por essas medicações e que é considerada “o centro do prazer” cerebral é: