A partir da década de 1970 pode-se assistir à
multiplicação do conhecimento sobre a história das
mulheres, numa íntima associação com os movimentos
feministas, ressurgidos nesse período. Uma
característica desses movimentos era:
A o viés radical, ou seja, voltado à ruptura da
ordem imposta pelos homens, em contraposição
às preocupações anteriores, associadas à
convivência pacífica entre os gêneros.
B a transversalidade social, voltado à percepção
histórica do gênero em todas as escalas sociais,
em contraposição às preocupações anteriores,
associadas ao estudo de mulheres notáveis da
história.
C o conteúdo internacionalista, voltado à inclusão
de mulheres em escala global, em contraposição
às preocupações anteriores, associadas ao
contexto europeu e industrial.
D o teor sexista, ou seja, voltado às questões
específicas do feminino, em contraposição às
preocupações anteriores, associadas à luta por
direitos sociais, de caráter geral.
E a orientação intelectual, voltada à formulação de
esquemas teóricos, em contraposição às
preocupações anteriores, associadas a ações
revolucionárias anarquista ou sindicais.