O farmacêutico, ao realizar a intercambialidade de medicamentos, deve:
I. Observar se existe restrição por parte do prescritor quanto à substituição, e se houver, esta não
poderá ser feita.
II. Indicar a substituição realizada na prescrição, colocar seu carimbo com nome e número de
inscrição do Conselho Regional de Farmácia, datar e assinar.
III. Conhecer os estudos de equivalência farmacêutica, biodisponibilidade relativa/bioequivalência
ou bioisenção aprovados pela Anvisa necessários para comprovação de que os medicamentos
podem ser intercambiáveis entre si.
Quais estão corretas?