“A conotação negativa do trabalho de rua não somente
levantou dúvidas sobre a honra de vendeiras - assim
como de outras mulheres de ascendência africana
expostas à rua por causa do trabalho - mas justificou o
tratamento abusivo dessas por parte de homens brancos.”
(DANTAS, Mariana L. R. Mulheres e Mães Negras: mobilidade
social e estratégias sucessórias em Minas Gerais na segunda
metade do século XVIII. Almanack, Guarulhos, n. 12, jan.-abr.
2016.)
A condição das mulheres negras trabalhadoras em
Minas Gerais na segunda metade do século XVIII foi
afetada de forma negativa pela avaliação: