Riscos biológicos são caracterizados como a possibilidade
de contaminação por agentes biológicos oriundos da
atividade laboratorial. A classificação dos microorganismos
para o grupo de risco I é descrita como:
A risco individual alto, risco comunitário baixo. Este
grupo inclui os microorganismos, bactérias, fungos,
vírus e parasitas que normalmente provocam doenças
graves em humanos ou animais, mas que normalmente
não se disseminam através do contato eventual entre
indivíduos, ou que podem ser tratados através de
agentes antimicrobianos ou antiparasitários.
(Micobacterium tuberculosis).
B risco individual moderado, risco comunitário médio. A
exposição a esses agentes, no laboratório, raramente
provoca infecções que levam a doenças graves, para as
quais existem tratamentos eficientes e medidas
preventivas e o risco de disseminação é limitado.
(Shistosoma mansoni).
C baixo risco individual e comunitário. Este grupo inclui
os microorganismos, bactérias, fungos, vírus e parasitas
que têm pouca probabilidade de produzir doenças em
pessoas ou animais saudáveis. (Bacillus subtilis).
D risco individual moderado, risco comunitário médio.
Este grupo inclui os microorganismos, bactérias,
fungos, vírus e parasitas que podem provocar doenças
em humanos ou em animais saudáveis, mas que em
circunstâncias normais não é provável que levem a
riscos mais graves aos envolvidos ou ao meio ambiente.
E risco individual alto, risco comunitário alto. Este grupo
inclui os microorganismos, bactérias, fungos, vírus e
parasitas que normalmente provocam doenças muito
graves em humanos e animais, muitas vezes de difícil
tratamento, e que são facilmente transmitidos de um
indivíduo para outro, ou de animais para humano, ou
vice-versa, por contato direto, indireto ou eventual.
(Vírus ebola).