Segundo Bisol (2013), a harmonização vocálica é
“Identificada como um processo de assimilação regressiva,
tem por gatilho uma vogal alta, por alvo as vogais médias
e por efeito maior domínio da vogal alta dentro de uma
palavra. Não sendo uma regra de aplicação categórica, a
maioria dos estudos apoia-se no modelo laboviano,
oferecendo uma descrição minuciosa da regra. Diante
disso, passemos, agora, a observá-la sob outra ótica, a de
seus efeitos, os quais podem ser de duas ordens: total, a
exemplo de [peɾi’ɡʊ]>[piɾiɡʊ] e parcial, a exemplo de [fɛlis]>[felis].[...]”. A partir das considerações feitas pela autora sobre a harmonização vocálica, pode-se
compreender, então, que inúmeras ocorrências de falhas
nas realizações escritas de alunos dos anos finais do
ensino fundamental, devem-se a esse fenômeno
linguístico. Sabendo disso, análise as realizações escritas
nas alternativas e assinale a que NÃO corresponde a um
fenômeno de harmonização vocálica: