Avaliar os riscos é atividade usual no gerenciamento
da segurança e saúde no trabalho e, para essa atividade,
o profissional prevencionista dispõe de várias técnicas.
A respeito dessas técnicas de análise, é correto afirmar
que
A a Análise de Modos de Falha e Efeitos – AMFE é um
método qualitativo de análise de confiabilidade que
envolve o estudo dos modos de falhas que podem
existir para cada item e a determinação dos efeitos
de cada modo de falha sobre os outros itens e sobre
a função específica do conjunto.
B o Estudo de Variações Críticas de Comportamento –
EVCC nasceu da necessidade de incorporar o efeito
de variações de comportamento dos operadores na
geração de retrabalho em processos contínuos de
produção, configurando método que exige a adesão
dos trabalhadores para que gere subsídios necessários à melhoria do processo.
C a Análise de Árvores de Falhas – AAF é método
exclusivamente quantitativo, cuja aplicação é fundamentada na álgebra Booleana e exige que estejam
disponíveis previamente as taxas de falha de cada
componente do diagrama, de modo que seja viável
o cálculo da probabilidade de ocorrência do evento
raiz.
D na aplicação da Análise Preliminar de Risco – APR,
classificam-se como de categoria III, denominada
crítica, as consequências que redundam em danos
leves aos equipamentos, à propriedade ou ao meio
ambiente (os danos materiais são controláveis ou
de baixo custo de reparo), lesões leves em empregados, prestadores de serviço ou em membros da
comunidade.
E o HAZOP – Hazard and Operability Study, ou Estudo
de Perigos e Operabilidade, trabalha com planilhas
que detectam riscos, suas consequências e meios
de controle, a partir de segmentos de atividades e
operações consideradas importantes no processo,
de maneira que, a partir de classificações de probabilidade e severidade de riscos obtêm-se a matriz de
gestão de risco, que indicará a escala de prioridades
da ação prevencionista.