“A história é busca, portanto escolha. Seu objeto não é o
passado: A própria noção segundo a qual o passado enquanto
tal possa ser objeto da “ciência” é absurda. Seu objeto é o
“homem” ou melhor “os homens” e mais precisamente
“homens no tempo”.
“O historiador nunca sai do tempo..., considera nele ora
grandes ondas de fenômenos aparentados que atravessam,
longitudinalmente, a duração, ora momentos humanos em que
essas correntes se apertam no poderoso nó das consciências”.
BLOCH, Marc. Apologia da História ou o Ofício do historiador.
Rio de Janeiro; Ed. Jorge Zahar, 2001, p.24.
Os dois trechos acima reportam a falar da História. Eles se
referem ao: