O "Plano de gerenciamento de resíduos químicos perigosos" é um instrumento de gestão
elaborado a partir da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituído pela Lei nº 12.305, de 2
de agosto de 2010. Seu objetivo é realizar uma análise detalhada do gerenciamento dos resíduos, a fim
de propor ações, metas e indicadores que garantam a conformidade com as normas vigentes е
assegurem a destinação adequada dos resíduos gerados pelas atividades da Instituição. Segundo Jardim
(1998), um programa desses, deve contemplar dois tipos de resíduos: o ativo e o passivo. A
caracterização do passivo nem sempre é possível, além disso, o tempo e os esforços gastos com esta
atividade inicial devem ser bem equacionados para que não haja um desestímulo logo no início. É
importante lembrar que essa caracterização prioriza o reciclo e o reúso de tudo que for possível, bem
como habilita o resíduo para a sua destinação final. A caracterização preliminar de resíduos químicos
não-identificados pode ser realizada por meio de uma série de testes simples a seguir. Sendo assim,
associa a segunda coluna (procedimento) de acordo com a primeira (teste).
Teste
(1) Resíduo redutor
(2) Presença de halogênios
(3) Presença de cianetos
(4) Presença de sulfetos
(5) Reatividade com água
Procedimento
( ) Adiciona-se uma gota de cloroamina-T e uma gota de ácido
barbitúrico/piridina em três gotas de resíduo. A cor vermelha indica teste
positivo.
( ) Observa-se a possível descoloração de um papel umedecido em
dicloro-indofenol ou azul de metileno.
( ) Na amostra acidificada com HCl, o papel embebido em acetato
chumbo fica enegrecido.
2,6-
de
( ) Adiciona-se uma gota de água e observa-se a formação de chama,
geração de gás ou qualquer outra reação violenta.
( ) Coloca-se um fio de cobre limpo e aquecido previamente ao rubro no
resíduo e leva-se à chama. A cor verde indica teste positivo.
Assinala a alternativa que apresenta a sequência correta de preenchimento dos parênteses, quando lida
de cima para baixo.