Segundo o Ministério da Saúde (2002), a crise epiléptica é o
evento mais frequente entre os distúrbios neurológicos, com
cerca de 0,5 a 1% da população mundial. Alguns fatores podem
desencadear uma crise epiléptica: febre, TCE, meningite,
encefalite, alteração do SNC no pré-natal, perinatal ou pós-parto, hipóxia neonatal, alteração metabólica ou
hidroeletrolítica, medicamentos, álcool, drogas ilícitas, fatores
genéticos e idiopáticos, além da epilepsia. O profissional em
atendimento pré-hospitalar da crise epiléptica deve levar em
consideração que: