À luz das disposições da Norma RDC 50 da ANVISA, as
condições ambientais necessárias ao auxílio do controle da infecção de serviços de saúde dependem de pré-requisitos dos
diferentes ambientes do Estabelecimento Assistencial de Saúde, quanto a risco de transmissão dela. Nesse sentido, eles podem ser classificados como:
I- Áreas críticas: são os ambientes onde existe risco aumentado de transmissão de infecção, onde se realizam procedimentos de risco, com ou sem pacientes, ou onde se encontram
pacientes imunodeprimidos;
II- Áreas semicríticas: são todos os compartimentos ocupados
por pacientes com doenças infecciosas de baixa transmissibilidade e doenças não infecciosas;
III- Áreas não-críticas: são todos os demais compartimentos
dos EAS não ocupados por pacientes, onde não se realizam
procedimentos de risco.
Dos itens acima: