Vários estudos, em especial os classificados como ensaios clínicos randomizados, para verificar a eficácia
da telefisioterapia para algumas condições de saúde já foram conduzidos e mostraram resultados positivos da
telefisioterapia (ou telerreabilitação). No entanto, a reabilitação uroginecológica tem desafios éticos
específicos para a sua implementação, mesmo na modalidade presencial, tais como lidar com questões
íntimas, constrangimento dos pacientes em relação aos seus sintomas e a necessidade de realizar um exame
da musculatura do assoalho pélvico. Frente aos desafios para a continuidade dos atendimentos em saúde
decorrentes da pandemia de Covid-19, fez-se necessário a reflexão sobre as recomendações para as estratégias
fisioterapêuticas como divulgado no estudo de Ferreira e colaboradores (A guide to physiotherapy in
urogynecology for patientcare during the COVID-19 pandemic. International Urogynecology Journal
(2021) 32:203–210. DOI: 0.1007/s00192-020-04542-8). Assim, qual é a recomendação para a
telerreabilitação uroginecológica?