A avaliação de contatos visa à identificação precoce dos
indivíduos com tuberculose (TB) e das pessoas recéminfectadas pelo bacilo entre os contatos de uma pessoa com
tuberculose. O controle de contatos é realizado
fundamentalmente pela atenção primária, inclusive nas
situações em que o caso-índice esteja em acompanhamento
clínico em serviços de referência. Com relação à investigação
de contatos, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou
erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Caso-índice: é o caso infectante, não necessariamente o
primeiro caso identificado. A quantificação da exposição
de risco é variável. A avaliação do risco de infecção deve
ser individualizada, considerando-se a forma da doença
do caso-fonte, o ambiente e o tempo de exposição.
( ) Caso-índice: é a pessoa inicialmente identificada com TB
em um ambiente em que outras pessoas possam ter sido
expostas. É o caso em torno do qual a avaliação de
contato é centrada, embora nem sempre corresponda ao
caso-fonte (caso infectante).
( ) Contato: toda pessoa que foi exposta ao caso-índice ou
ao caso-fonte, no momento da descoberta do caso de TB.
Esse convívio pode ocorrer em casa, ambientes de
trabalho, instituições de longa permanência, escolas,
entre outros.